É o
tipo de filme, que por mais que eu o analise, levando em consideração toda
politica e religião refletidas no enredo, não consigo externar palavras para
dissertar sobre ele. Apenas, finalizo este texto me questionando! Afinal, o
quanto conhecemos alguém realmente? O quanto eles nos conhecem? O quanto nós nos
conhecemos? O que somos ou desejamos? Até quando um passado pode comprometer
nosso presente? Quem são estas pessoas que nos cercam? Qual a história
verdadeira de cada uma? E a nossa história?
Acreditar
no que vemos apenas, facilita, mas nos engana com uma brutalidade quase sutil!
Ainda bem que “quase”.
As
vezes é preciso incendiar, queimar. Só assim, entendemos com clareza por que
mergulhar em águas frescas pode ser tão perfeito. Depois de arder é que
valorizamos a água, afinal.
Um
mais um é um!