Eu: ninguém muda, Helles!
Dra. Helles: quando a dor de não estar vivendo fica maior que o medo de mudar,
a pessoa muda, Jô!
31 de janeiro de 2012
Mãe
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| Paulinha, eu, Carol e Madrecita |
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| Carol, Madrecita (e Pablo na barriga) e Paulinha |
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| Madrecita e eu! |
30 de janeiro de 2012
Obrigada!
Obrigada, obrigada, OBRIGADA!!!
Estava eu, hoje,
domingo, final de noite, procurando uma musica do Jorge Ben no youtube pra
ouvir enquanto tomasse banho. Até aí, tudo certo. Eis que leio Phono 73. Já
tinha ouvido falar. Coloquei pra ouvir. Não é que tem o festival quase inteiro?
Ô meu Deus, obrigada!
Phono 73 aconteceu em SP no em maio de 1973 em pleno regime
militar. Evento que reuniu grandes interpretes brasileiros da época. E ídolos até
hoje. Tô sem vinho aqui. Mas acendi meu cigarrinho e até abri uma latinha. Merece!
Vou compartilhar com vocês.
Tem Toquinho e Vinicius, Elis, Raul Seixas (vocês não tem noção!).
Tem Gil e Chico juntos (ah, cantando "cálice" que tinha sido censurada)
e o áudio foi cortado algumas vezes. Tem Gal e Maria Bethania. E o Caetano? E o
CAE-TA-NO gente? Perfeito! Ele interpreta “asa branca” psicodélicamente (nem existe essa palavra, mas é o que veio na
minha cabeça... pirei) fantástico. Olha, sem palavras nesse momento! Assistam. É
quase uma oração.
Feliz por ser brasileira!
26 de janeiro de 2012
Urso!
Amigo!
Amigo é aquele que esta lá, entre os dois ou três primeiros dedos da mão
Que você conta com orgulho
E que se pode contar de verdade
Amigo!
Amigo que não te abandona, que de alguma forma
Aceita sua vida meio torta e te encontra
Mesmo quando nem você se acha
Eu tenho um amigo
E ele nunca desiste de mim
Me liga, me xinga e depois pergunta onde diabos eu estou
Meu amigo cuida do pai
Do sobrinho, da mulher do sobrinho, da filha do sobrinho
Da irmã, do amigo, do companheiro de trabalho
Do jardineiro, da família sem dinheiro no natal
Até do cachorro cego que ninguém queria
É um cara que entra numa briga ao seu lado,
mesmo se você não tiver razão
Que te faz rir, que te faz chorar, que te escuta
Ele é aquele amigo que você
no final da oração antes de dormir, lembra
e pede a Deus para que ele nunca saia da sua vida!
Obrigada Ju, por tudo e sempre!
Amigo é aquele que esta lá, entre os dois ou três primeiros dedos da mão
Que você conta com orgulho
E que se pode contar de verdade
Amigo!
Amigo que não te abandona, que de alguma forma
Aceita sua vida meio torta e te encontra
Mesmo quando nem você se acha
Eu tenho um amigo
E ele nunca desiste de mim
Me liga, me xinga e depois pergunta onde diabos eu estou
Meu amigo cuida do pai
Do sobrinho, da mulher do sobrinho, da filha do sobrinho
Da irmã, do amigo, do companheiro de trabalho
Do jardineiro, da família sem dinheiro no natal
Até do cachorro cego que ninguém queria
É um cara que entra numa briga ao seu lado,
mesmo se você não tiver razão
Que te faz rir, que te faz chorar, que te escuta
Ele é aquele amigo que você
no final da oração antes de dormir, lembra
e pede a Deus para que ele nunca saia da sua vida!
Obrigada Ju, por tudo e sempre!
Momentos de sabedoria!
Merda. É isso. A merda da terapia. Até tem suas vantagens. Perceber que seus defeitos continuam os mesmos não é uma delas. Muito menos pensar que tudo isso é uma besteira e tentar resolver seus problemas em sambas de velas. Pior mesmo é acreditar que pode compreender suas duvidas voltando pra casa no meio da madrugada. Bêbada e cantando Dreams do The Cranberries no carro. A gota d’água, num momento desse “Ozzy Osborne” é ter a certeza que encontrou todas as respostas que precisa. Então você fica puta por que gasta um absurdo a toa, pra tentar curar vai saber lá o que. Surtada, você pensa em ligar para sua terapeuta e mandar ela pra puta que pariu às 2 da manhã. Mas graças ao seu 0,03% de lucidez que sobrou, o bom senso fala mais alto e você coloca o celular de volta no lugar. E, claro, aumenta o som novamente e deixa as velhas e boas duvidas brincarem na sua cabeça. Afinal, de que vale essa porra de vida, sem as velhas e boas duvidas?!
Desculpem os palavrões.
Aliasdesculpa o caralho o blog é meu! Passar bem!
Helles, inté mais tarde!
Beijo da Jô!
Desculpem os palavrões.
Alias
Helles, inté mais tarde!
Beijo da Jô!
24 de janeiro de 2012
Seria perfeito
E quem sabe um dia a gente decide ser feliz. Então eu chegaria na sua casa numa noite qualquer, como hoje, toda arrumada. Você estaria de pijama. Linda. Perguntaria se quero mesmo sair. Eu tiraria o sapato e ficaria andando de meia pelo quarto. Eu não preciso ir a lugar algum, você me basta, eu diria. E você: “hummm, sei”, daquele seu jeito irônico e único. Me mostraria toda empolgada a blusa que comprou. Eu buscaria uma pizza e uma coca zero. "De quatro queijo, Jô". Quando volto, você abre a porta com uma pantufa ridícula e começa a pisar no meu pé. Depois da pizza, te contaria uma história pra fazer você rir. Por que eu adoro seu sorriso mais que tudo. Você reclamaria daquele seu cliente chato e faria minha barriga doer imitando a cara dele. Me pediria uma massagem no pé. Ouviríamos as musicas novas que coloquei no seu pen drive. Você deitaria no meu ombro daquele jeito que eu gosto e adormeceria.
Seria perfeito. Faltou foi coragem!
Seria perfeito. Faltou foi coragem!
23 de janeiro de 2012
84 anos de muita vida!
Sábado minha Vó Tereza, mãe da minha mãe, completou 84 anos de idade. É a única Vó que eu tenho. A casa encheu de gente. Filhos, netos, bisnetos, as mulheres e namoradas dos netos, os maridos e namoradas das netas, irmãs, além de algumas amigas e uma cunhada. E, por um momento, vendo todas aquelas pessoas, eu pensei: quem vai estar no meu aniversário de 84 anos?
Eu não faço a mínima ideia. Não “procriei”, pelo menos não ainda. E não acho que isso acontecerá. Mas será que isso garante um aniversário de 84 anos com a casa cheia e feliz? Se ela não tivesse tido filhos, talvez suas irmãs, amigas ou cunhada tivessem comprado o bolo, as velas, os salgadinhos, refrigerantes e cantassem parabéns as quatro da tarde. Será? Se ela não tivesse tido filhos, talvez chamasse suas amigas para uma partida de baralho e bebesse tequila escondida na dispensa. Enfim, nem sei se minha Vó joga baralho e nunca a vi bebendo. Lembro dela chupando laranja.
O fato é que sábado a tarde, várias pessoas – que literalmente devem a vida a minha Vó – cantaram parabéns para uma mulher que casou, teve seis filhos, dezenove netos e três bisnetos (e outro tá pra nascer). Talvez ela não seja mais feliz ou agradecida do que uma mulher de 84 anos sem filhos. Mas que parece, parece!
Enquanto isso, vou vivendo. Daqui a 44 anos, espero apenas uma coisa: sorrir quando partir o bolo! Quem vai estar ao meu lado, eu não sei, mas que eu veja nos olhos delas o mesmo amor que vi nos olhos das pessoas que cantaram parabéns pra minha Vó no sábado!
Eu não faço a mínima ideia. Não “procriei”, pelo menos não ainda. E não acho que isso acontecerá. Mas será que isso garante um aniversário de 84 anos com a casa cheia e feliz? Se ela não tivesse tido filhos, talvez suas irmãs, amigas ou cunhada tivessem comprado o bolo, as velas, os salgadinhos, refrigerantes e cantassem parabéns as quatro da tarde. Será? Se ela não tivesse tido filhos, talvez chamasse suas amigas para uma partida de baralho e bebesse tequila escondida na dispensa. Enfim, nem sei se minha Vó joga baralho e nunca a vi bebendo. Lembro dela chupando laranja.
O fato é que sábado a tarde, várias pessoas – que literalmente devem a vida a minha Vó – cantaram parabéns para uma mulher que casou, teve seis filhos, dezenove netos e três bisnetos (e outro tá pra nascer). Talvez ela não seja mais feliz ou agradecida do que uma mulher de 84 anos sem filhos. Mas que parece, parece!
Enquanto isso, vou vivendo. Daqui a 44 anos, espero apenas uma coisa: sorrir quando partir o bolo! Quem vai estar ao meu lado, eu não sei, mas que eu veja nos olhos delas o mesmo amor que vi nos olhos das pessoas que cantaram parabéns pra minha Vó no sábado!
Banho gelado!
"Eu acredito que tudo acontece por um motivo. As pessoas mudam para que você possa aprender a deixá-las, as coisas dão errado para que você possa dar valor a elas quando estiverem certas, você acredita em mentiras e eventualmente aprende a confiar em ninguém exceto você mesmo e as vezes coisas boas dão errado para que coisas melhores possam dar certo."
Marilyn Monroe
Marilyn Monroe
22 de janeiro de 2012
Paciência
Assisti o filme “Estamos Juntos”
hoje. Brasileiro. É bom, mas no final, quando sobem os créditos e entra a
musica “Paciência” do Lenine, não tem como não parar pra ouvir. Interpretada
por Elza Soares, com uma delicadeza tão intensa que eu e minhas irmãs (tá, e a
Gabiii) falamos quase juntas: “valeu mesmo pela musica”. Show!
E hoje então, foi pra mim!
Dá na cara desse pandeiro!
Tô aqui no violão, copinho com cerveja, fumando um cigarito, assistindo altas horas com Marrom e Sidney juntos! Ô coisa boa, gente. Rindo da Marrom dizendo "não posso soprar, tô de batom; mas eu tiro o batom" rs... eita, tira mesmo!
Procurei essa aqui embaixo pra ouvir... nooossa.. ja dancei muito essa! Era bom demais, hein?! Vai Marrom... oh, segura o moreno, Marcelo Chocolate e dá na cara desse pandeiro! kkkkk....
Procurei essa aqui embaixo pra ouvir... nooossa.. ja dancei muito essa! Era bom demais, hein?! Vai Marrom... oh, segura o moreno, Marcelo Chocolate e dá na cara desse pandeiro! kkkkk....
19 de janeiro de 2012
Pra chegar...
A melhor parte de morar na cidade pequena é ter que pegar estrada todo dia pra ir trabalhar na cidade grande (risadas boas). Pelo caminho vejo mais mais verde, mais árvores, mais céu e até um rio com uma vista delicia. Enquanto isso vou pensando em como será meu dia. E tem as músicas que adoro. Pela USP FM. Hoje, vim cantando com Gilberto Gil:
18 de janeiro de 2012
Presente!
Ganhei minha primeira guia (fio de contas) hoje, do Gordim!
Êêêê... Já tô me sentindo inté mais protegida.
Esse final de semana tem festa pra Oxaguian, meu Orixá de cabeça!
Alias, a guia é azul e branca por que são suas cores.
Tô felizinha!
Êêêê... Já tô me sentindo inté mais protegida.
Esse final de semana tem festa pra Oxaguian, meu Orixá de cabeça!
Alias, a guia é azul e branca por que são suas cores.
Tô felizinha!
Eu nunca comprei um guarda chuva
Eu ainda não sei por que gosto das mesmas coisas
Bem, t alvez, quem sabe?!
nem por que insisto nelas.
Ainda me surpreendendo com o céu da minha cidade todos os dias
e com as pessoas que gostam de tomar chuva, como eu.
Continuo preferindo sair pra beber às segundas
e minhas ressacas me deixam cada vez mais engraçada.
Ainda tenho insônias às terças.
Como agora, acordada até as duas da manhã
ouvindo musicas que acompanham minhas duvidas
e buscando palavras pra dar sentido a tudo isso.
E se eu for mesmo o dragão?
E se eu acreditar pra sempre que o amor pode tudo?
Mesmo em noites como essa.
E não paro de me perguntar:
Por que ainda sou tão subjetiva?
Boa noite ou bom dia pra você, que me lê, que me sente!
Que seja bom, que seja agora.
Sabe, estou pensando...
talvez eu devesse comprar um guarda chuva, afinal!
Será?
Ah, ainda gosto de fumar quando escrevo
e continuo gostando de Maná...
17 de janeiro de 2012
Nesse mundo de vidro!
Conversando com Helles ontem:
Eu: no sonho eu corro, corro até começar a voar. Sabe o filme Avatar?
Dra. Helles: não me lembro deles voarem!
Eu: não é isso! Eu sei que os Navis não voam. Estou falando do lugar! É impressionante. Muito parecido com Pandora! Todas as cores, perfeito!
Dra. Helles: deve ser um sonho bem bonito...
Eu: é maravilhoso! Mas há um momento no sonho, quando estou voando, que eu vejo algumas pessoas lá embaixo. Eles me olham voar e gritam. Eu não sei por que eles gritam e eu volto pra ver se precisam de ajuda. Quando chego perto, alguns correm e outros atiram lanças de madeiras em mim. Eu saio voando. Então, eu começo a cair, passo pelas arvores, no meio da floresta e caio próximo a um lago. Vou aos poucos me aproximando do lago, sei que estou machucada. Quando chego bem perto da água, vejo o reflexo de um dragão atrás de mim. Nesse momento, eu acordo!
.
.
Silêncio.
.
.
Dra. Helles: você acorda por que esta com medo do dragão atrás de você?
Eu: sim... é isso, com muito medo, acordo assustada!
Dra. Helles: e o reflexo no lago? Você se vê nele?
Eu: não lembro!
Dra. Helles: então, preste mais atenção!
Hoje, liguei pra ela pra contar que tive o mesmo sonho esta noite.
Eu: eu entendi, Helles!
Dra. Helles: você não se viu no lago, não foi?
Eu: você sabia, né?
Dra. Helles: me responde, Jô, quem é você no sonho?
Eu: se eu sou o dragão, por que não me sinto como um?
Dra. Helles: tá, você me convenceu! Ligue no consultório e marque seu horário.
Eu: no sonho eu corro, corro até começar a voar. Sabe o filme Avatar?
Dra. Helles: não me lembro deles voarem!
Eu: não é isso! Eu sei que os Navis não voam. Estou falando do lugar! É impressionante. Muito parecido com Pandora! Todas as cores, perfeito!
Dra. Helles: deve ser um sonho bem bonito...
Eu: é maravilhoso! Mas há um momento no sonho, quando estou voando, que eu vejo algumas pessoas lá embaixo. Eles me olham voar e gritam. Eu não sei por que eles gritam e eu volto pra ver se precisam de ajuda. Quando chego perto, alguns correm e outros atiram lanças de madeiras em mim. Eu saio voando. Então, eu começo a cair, passo pelas arvores, no meio da floresta e caio próximo a um lago. Vou aos poucos me aproximando do lago, sei que estou machucada. Quando chego bem perto da água, vejo o reflexo de um dragão atrás de mim. Nesse momento, eu acordo!
.
.
Silêncio.
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Dra. Helles: você acorda por que esta com medo do dragão atrás de você?
Eu: sim... é isso, com muito medo, acordo assustada!
Dra. Helles: e o reflexo no lago? Você se vê nele?
Eu: não lembro!
Dra. Helles: então, preste mais atenção!
Hoje, liguei pra ela pra contar que tive o mesmo sonho esta noite.
Eu: eu entendi, Helles!
Dra. Helles: você não se viu no lago, não foi?
Eu: você sabia, né?
Dra. Helles: me responde, Jô, quem é você no sonho?
Eu: se eu sou o dragão, por que não me sinto como um?
Dra. Helles: tá, você me convenceu! Ligue no consultório e marque seu horário.
16 de janeiro de 2012
Bom pra ler!
Aproveitei o domingo e fui na Fnac. Gente, tem lugar mais gostoso? Fiquei horas lá dentro. Folheie livros de gastronomia, cinema, artes, publicidade, design. Só faltou o café! Mas tem, viu? É que eu estava recheada de pipoca, pra variar! Comprei o novo livro do Veríssimo “Em algum lugar no Paraíso” e ontem mesmo, quando cheguei em casa, comecei a ler. São várias crônicas atemporais, abordando temas como relacionamento, amor, vida, morte, desde Adão e Eva. Luis Fernando Veríssimo é um dos meus cronistas favoritos e neste livro, cheio de situações inusitadas, o que não falta no final de cada página são risadas! Vale a pena, alias, vale a “peníssima”!Em algum lugar no Paraíso
Autores: Luis Fernando Veríssimo
Gênero: Literatura Estrangeira - Contos e Cronicas
Editora: OBJETIVA
ISBN: 9788539002979
Bom pra assistir!
Nada de crítica, ok? Hoje é só sugestão!
Domingo delicia!
Ontem fui assistir as aventuras de Tintin, o Segredo do Licorne! Peter Jackson e Steven Spielberg deram um show. Gostei de todo o enredo, mas a preocupação com os detalhes me surpreendeu muito. Assisti em 3D e definitivamente não gosto dessa nova tecnologia. Mesmo porque, no caso deste filme, não faria diferença alguma. A animação, meus caros, é impecável. A trilha, feita por John Williams é de tirar o folego! Alias, o filme é uma sequencia de tiradas de folego! Ah, recomendo levar crianças, elas se divertem bem e animam velhotes fãs de Tintin, como nós!
Domingo delicia!
Ontem fui assistir as aventuras de Tintin, o Segredo do Licorne! Peter Jackson e Steven Spielberg deram um show. Gostei de todo o enredo, mas a preocupação com os detalhes me surpreendeu muito. Assisti em 3D e definitivamente não gosto dessa nova tecnologia. Mesmo porque, no caso deste filme, não faria diferença alguma. A animação, meus caros, é impecável. A trilha, feita por John Williams é de tirar o folego! Alias, o filme é uma sequencia de tiradas de folego! Ah, recomendo levar crianças, elas se divertem bem e animam velhotes fãs de Tintin, como nós!
Segunda feira!
Dra. Helles: alô...
Eu: olá, tudo bem? Feliz ano novo doutora, que neste ano...
Dra. Helles: não, não vou atender uma pessoa que se deu alta, foi comprar cigarro e voltou numa segunda feira, junto com o final das minhas férias! Passar bem!
Eu: odeio sua falta de profissionalismo!
Dra. Helles: que ótimo... entããão, passar bem!
Eu: gosta de comida japonesa?
Dra. Helles: amo!
Eu: almoça comigo?
Dra. Helles: às 12:30h!
Eu: olá, tudo bem? Feliz ano novo doutora, que neste ano...
Dra. Helles: não, não vou atender uma pessoa que se deu alta, foi comprar cigarro e voltou numa segunda feira, junto com o final das minhas férias! Passar bem!
Eu: odeio sua falta de profissionalismo!
Dra. Helles: que ótimo... entããão, passar bem!
Eu: gosta de comida japonesa?
Dra. Helles: amo!
Eu: almoça comigo?
Dra. Helles: às 12:30h!
13 de janeiro de 2012
Felicidade verdadeira!
Hoje, uma amiga me enviou um e-mail falando de problemas no seu relacionamento.
Que esta em duvida, que ainda ama, mas que são muito diferentes.
Eu respondi e depois que terminei de escrever achei tão bonito e sincero que resolvi colocar aqui no blog. Taí:
No amor, agir com racionalidade é um crime que cometemos contra nós mesmo.
O tempo faz com que fiquemos mais exigentes com as pessoas.
Que bom, mas as vezes, é preciso deixar de lado certos argumentos de felicidade para viver uma felicidade verdadeira.
A felicidade verdadeira é bem diferente da que a gente ouve falar.
A felicidade verdadeira é aquela que existe mesmo com todos os obstáculos.
Achar que a pessoa certa, que vai corresponder com o que desejamos,
que nos entenda, que olhe para a mesma direção que a gente é uma besteira!
Mesmo por que lá no fundo, tanto eu quanto você, somos bem diferentes de todo resto...
Nós (e eu sei bem disso) somos exigentes, possessivas, ciumentas, brigonas, mandonas...
E mesmo assim as pessoas se apaixonam por nós... (é mentira?)
Eu não vou mudar... podemos melhorar (e você melhorou bem...)
mas a sua essência é que fez outra pessoa te amar...
Se há amor dentro de você, como diz, por que há dúvidas?
Acredite, a vida é agora, é real...
Viva ela... e saiba que mesmo estando com esse alguém agora,
com seus defeitos e qualidade, se for pra ser outra pessoa,
uma hora ou outra essa pessoa aparece!
Seja pra você ou pra ela.
Apenas sejam felizes... e vivam isso...
Mesmo com todos os ventos soprando ao contrário...
Afinal, deve ser uma chatice danada ficar num barquinho,
içando velas que fazem trajetos sem nenhuma aventura real...
numa felicidade abstrata,
correspondendo com expectativas ilusórias,
as quais vivem a maioria das pessoas...
É bom desejar brisas, mas uma ventania de vez em quando
é o que dá sentido a vida!
Machado de Assis arrasou quando disse:
“Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!”
Lembrei dessa animação... e lógico... da Edith deliciosa...
Que esta em duvida, que ainda ama, mas que são muito diferentes.
Eu respondi e depois que terminei de escrever achei tão bonito e sincero que resolvi colocar aqui no blog. Taí:
No amor, agir com racionalidade é um crime que cometemos contra nós mesmo.
O tempo faz com que fiquemos mais exigentes com as pessoas.
Que bom, mas as vezes, é preciso deixar de lado certos argumentos de felicidade para viver uma felicidade verdadeira.
A felicidade verdadeira é bem diferente da que a gente ouve falar.
A felicidade verdadeira é aquela que existe mesmo com todos os obstáculos.
Achar que a pessoa certa, que vai corresponder com o que desejamos,
que nos entenda, que olhe para a mesma direção que a gente é uma besteira!
Mesmo por que lá no fundo, tanto eu quanto você, somos bem diferentes de todo resto...
Nós (e eu sei bem disso) somos exigentes, possessivas, ciumentas, brigonas, mandonas...
E mesmo assim as pessoas se apaixonam por nós... (é mentira?)
Eu não vou mudar... podemos melhorar (e você melhorou bem...)
mas a sua essência é que fez outra pessoa te amar...
Se há amor dentro de você, como diz, por que há dúvidas?
Acredite, a vida é agora, é real...
Viva ela... e saiba que mesmo estando com esse alguém agora,
com seus defeitos e qualidade, se for pra ser outra pessoa,
uma hora ou outra essa pessoa aparece!
Seja pra você ou pra ela.
Apenas sejam felizes... e vivam isso...
Mesmo com todos os ventos soprando ao contrário...
Afinal, deve ser uma chatice danada ficar num barquinho,
içando velas que fazem trajetos sem nenhuma aventura real...
numa felicidade abstrata,
correspondendo com expectativas ilusórias,
as quais vivem a maioria das pessoas...
É bom desejar brisas, mas uma ventania de vez em quando
é o que dá sentido a vida!
Machado de Assis arrasou quando disse:
“Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!”
Lembrei dessa animação... e lógico... da Edith deliciosa...
11 de janeiro de 2012
10 de janeiro de 2012
Incêndios. Um dos melhores que assisti na minha vida.
É
por filmes iguais a este, que meu amor pelo cinema se torna cada vez mais
profundo e verdadeiro. Gosto dos filmes ruins também, daqueles que você olha a
capa e nem se lembra, dos enlatados comerciais, eu assisto tudo sempre com o
mesmo entusiasmo. Mas quando assisto a um filme como “Incêndios”, eu entendo
por que admiro tanto a sétima arte. Não há nada que me fascine tanto do que um
filme com final surpreendente.
É o
tipo de filme, que por mais que eu o analise, levando em consideração toda
politica e religião refletidas no enredo, não consigo externar palavras para
dissertar sobre ele. Apenas, finalizo este texto me questionando! Afinal, o
quanto conhecemos alguém realmente? O quanto eles nos conhecem? O quanto nós nos
conhecemos? O que somos ou desejamos? Até quando um passado pode comprometer
nosso presente? Quem são estas pessoas que nos cercam? Qual a história
verdadeira de cada uma? E a nossa história?
Acreditar
no que vemos apenas, facilita, mas nos engana com uma brutalidade quase sutil!
Ainda bem que “quase”.
As
vezes é preciso incendiar, queimar. Só assim, entendemos com clareza por que
mergulhar em águas frescas pode ser tão perfeito. Depois de arder é que
valorizamos a água, afinal.
Um
mais um é um!
6 de janeiro de 2012
O menino do coração gigante
Meu pai certa vez disse “eu
amo tanto o Pablo, que às vezes tenho que ficar um pouco longe dele, por que
parece que vai aumentando e eu tenho medo; medo de amá-lo tanto e de não
suportar se alguma coisa acontecer com ele”.
Fotos:



O Neto era o único filho
homem da casa. Quando ele se foi, aos seis anos, achei que meus pais jamais se
recuperariam (na verdade eles nunca esqueceram, pode passar todo tempo do
mundo, é como se fosse ontem pra eles). Ficamos, eu e minhas duas irmãs mais
novas; três filhas. Minha mãe, num gesto de amor incondicional ao meu pai,
reverteu a cirurgia que havia feito para não ter mais filhos e o Pablo – disse
o médico na época para meus pais – foi o primeiro brasileiro a nascer pós
recanalização tubária (religamento
das trompas). Havia 20% de chance de dar certo!
E então, veio o Pablo.
Parecia filho de japonês. Branquinho que só vendo e de olhinhos puxados. Um
bebe “quase feio” se não fosse tão desejado!
Virou uma festa. Pra mim,
era só o irmão caçula pra me torrar a paciência. Para minhas irmãs mais novas,
um brinquedo que falava e corria pela casa. Para minha mãe, uma alegria
interminável (até hoje, saibam). Para o meu pai, união de ciência e Deus (ele
sempre diz isso quando fala do Pablo). Para a Loly, o bicho papão com arminhas.
O menino do coração gigante
foi crescendo. Foi ganhando espaço cada vez maior dentro da gente. Uniu os
outros filhos que meu pai teve. Graças ao Pablo eu fiquei anos sem dormir aos
sábados, pois ele e mais dez amigos se reuniam aqui na porta de casa pra
consertar e deixar motos mais barulhentas que o carro do Batman.
O Pablo também uniu meus
pais após a separação. Ele briga com os dois até hoje defendo um do outro e
vice versa. Para os vizinhos o Pablo é a tempestade, o El Niño da rua. A
vizinha reclama do barulho que os amigos dele faz na porta de casa, mas sempre
termina dizendo pra minha mãe “mas Rose, o Pablo é um amor, a gente pode xingar
ele, reclamar, mas ele nunca levanta a voz, apenas diz que temos razão e pede
desculpa”. Na escola, foi suspenso por bater num aluno que não respeitava a
professora e quando foi chamado para conversar disse assim para a diretora
“olha só, minha mãe tem problema de coração, se vocês ligarem lá e acontecer
alguma coisa com ela, eu boto fogo na escola”. Então, deixaram ele explicar pra
ela antes e a diretora confirmou toda história. Para Loly ele ainda continua
sendo o bicho papão (mas ela é tipo aquelas mulheres de malandro, ele acaba com
ela, mesmo velhinha, e ela ainda é apaixonada por ele).
Cada pessoa enxerga o Pablo
de um jeito. Eu enxergo de todos os jeitos. Quando ele disse que ia comprar um
Gol 94 quadrado, sem bancos, com a lataria toda destruída, eu briguei com ele. Eu
disse “toma juízo moleque, isso é loucura, você vai gastar muito pra deixar ele
do jeito que você quer”. Ele respondeu “Jô, eu dou razão pra você, mas olha só,
eu tenho 20 anos, desde pequeno meu sonho era um gol preto quadrado, se eu não
realizar agora, vai ser quando? Daqui a pouco eu caso, tenho que me preocupar
com casa, filho. Essa é a hora que posso fazer a loucura que sempre sonhei”.
No final, o Gol ficou show. Fomos
dar uma volta um dia desses. “Dirige aí Jô”, ele brincou. Não é que foi uma
delicia? Dei 170 na estrada (meu KA não faz isso nem na descida). E ele
brincou: “e aí Jô, é uma loucura boa, né?”. Eu olhei com cara de brava e ele já
respondeu “mas eu não corro assim não, viu?”.
Pablo, parabéns pelo seu
aniversário!
Te amo muito.
Jô
Pra você, esta música:
Fotos:



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