Vem. É assim que deveria ser sempre, em tudo na vida. Esse “vem” desprovido. Gosto dessa leveza intensa que provocamos uma na outra. Amo essa bagunça que causamos. Esse vou, não vou, mas não perco nenhum minuto. Vem. Fico louca nesse sem cansar imensurável, sem pausas ou respiros, descalças pela casa, descobertas e absurdamente quentes. Com nossas taças cheias, corações completos e as risadas nos momentos mais improváveis. É assim. Vem. Só isso.
Para M.
Josane H.