31 de janeiro de 2012

No divã com Helles!

Eu: ninguém muda, Helles!
Dra. Helles: quando a dor de não estar vivendo fica maior que o medo de mudar, 
a pessoa muda, Jô!
 

Mãe

Paulinha, eu, Carol e Madrecita
A única certeza absoluta que eu tenho mesmo nessa vida é que eu posso contar com a minha mãe. E isso não tem preço! Quando eu olho nos olhos dela, sei que lá dentro tem alguém que me ama pelo que eu sou de verdade. E eu posso garantir: nem eu sei quem eu sou de verdade mais do que minha mãe. (Josane)



Carol, Madrecita (e Pablo na barriga) e Paulinha
Madrecita e eu!

30 de janeiro de 2012

Obrigada!


Obrigada, obrigada, OBRIGADA!!!
Estava eu, hoje, domingo, final de noite, procurando uma musica do Jorge Ben no youtube pra ouvir enquanto tomasse banho. Até aí, tudo certo. Eis que leio Phono 73. Já tinha ouvido falar. Coloquei pra ouvir. Não é que tem o festival quase inteiro? Ô meu Deus, obrigada!
Phono 73 aconteceu em SP no em maio de 1973 em pleno regime militar. Evento que reuniu grandes interpretes brasileiros da época. E ídolos até hoje. Tô sem vinho aqui. Mas acendi meu cigarrinho e até abri uma latinha. Merece! Vou compartilhar com vocês.
Tem Toquinho e Vinicius, Elis, Raul Seixas (vocês não tem noção!). Tem Gil e Chico juntos (ah, cantando "cálice" que tinha sido censurada) e o áudio foi cortado algumas vezes. Tem Gal e Maria Bethania. E o Caetano? E o CAE-TA-NO gente? Perfeito! Ele interpreta “asa branca” psicodélicamente (nem existe essa palavra, mas é o que veio na minha cabeça... pirei) fantástico. Olha, sem palavras nesse momento! Assistam. É quase uma oração.
Feliz por ser brasileira!


26 de janeiro de 2012

Urso!

Amigo!
Amigo é aquele que esta lá, entre os dois ou três primeiros dedos da mão
Que você conta com orgulho
E que se pode contar de verdade

Amigo!
Amigo que não te abandona, que de alguma forma
Aceita sua vida meio torta e te encontra
Mesmo quando nem você se acha

Eu tenho um amigo
E ele nunca desiste de mim
Me liga, me xinga e depois pergunta onde diabos eu estou

Meu amigo cuida do pai
Do sobrinho, da mulher do sobrinho, da filha do sobrinho
Da irmã, do amigo, do companheiro de trabalho
Do jardineiro, da família sem dinheiro no natal
Até do cachorro cego que ninguém queria

É um cara que entra numa briga ao seu lado,
mesmo se você não tiver razão
Que te faz rir, que te faz chorar, que te escuta
Ele é aquele amigo que você
no final da oração antes de dormir, lembra
e pede a Deus para que ele nunca saia da sua vida!

Obrigada Ju, por tudo e sempre!


Momentos de sabedoria!

Merda. É isso. A merda da terapia. Até tem suas vantagens. Perceber que seus defeitos continuam os mesmos não é uma delas. Muito menos pensar que tudo isso é uma besteira e tentar resolver seus problemas em sambas de velas. Pior mesmo é acreditar que pode compreender suas duvidas voltando pra casa no meio da madrugada. Bêbada e cantando Dreams do The Cranberries no carro. A gota d’água, num momento desse “Ozzy Osborne” é ter a certeza que encontrou todas as respostas que precisa. Então você fica puta por que gasta um absurdo a toa, pra tentar curar vai saber lá o que. Surtada, você pensa em ligar para sua terapeuta e mandar ela pra puta que pariu às 2 da manhã. Mas graças ao seu 0,03% de lucidez que sobrou, o bom senso fala mais alto e você coloca o celular de volta no lugar. E, claro, aumenta o som novamente e deixa as velhas e boas duvidas brincarem na sua cabeça. Afinal, de que vale essa porra de vida, sem as velhas e boas duvidas?!

Desculpem os palavrões. 
Alias desculpa o caralho o blog é meu! Passar bem!
Helles, inté mais tarde!
Beijo da Jô!

24 de janeiro de 2012

Seria perfeito

E quem sabe um dia a gente decide ser feliz. Então eu chegaria na sua casa numa noite qualquer, como hoje, toda arrumada. Você estaria de pijama. Linda. Perguntaria se quero mesmo sair. Eu tiraria o sapato e ficaria andando de meia pelo quarto. Eu não preciso ir a lugar algum, você me basta, eu diria. E você: “hummm, sei”, daquele seu jeito irônico e único. Me mostraria toda empolgada a blusa que comprou. Eu buscaria uma pizza e uma coca zero. "De quatro queijo, Jô". Quando volto, você abre a porta com uma pantufa ridícula e começa a pisar no meu pé. Depois da pizza, te contaria uma história pra fazer você rir. Por que eu adoro seu sorriso mais que tudo. Você reclamaria daquele seu cliente chato e faria minha barriga doer imitando a cara dele. Me pediria uma massagem no pé. Ouviríamos as musicas novas que coloquei no seu pen drive. Você deitaria no meu ombro daquele jeito que eu gosto e adormeceria.
Seria perfeito. Faltou foi coragem!