Na minha
vida, deixo sempre todas as portas abertas.
Essa casa branca que venho
construindo em mim,
de janelas de madeira azuis e telhado sem forro
- só pra
ouvir os passarinhos passar de manhã,
está cada vez mais aconchegante.
Se o
brilho dos olhos cai à tardezinha,
logo olho pro o céu e me ilumino de novo.
Meu
coração distraído
anda cantando “o bêbado e a equilibrista”...
e dizendo por aí
que vai nascer uma nova flor.
Josane H.