16 de janeiro de 2012
Segunda feira!
Dra. Helles: alô...
Eu: olá, tudo bem? Feliz ano novo doutora, que neste ano...
Dra. Helles: não, não vou atender uma pessoa que se deu alta, foi comprar cigarro e voltou numa segunda feira, junto com o final das minhas férias! Passar bem!
Eu: odeio sua falta de profissionalismo!
Dra. Helles: que ótimo... entããão, passar bem!
Eu: gosta de comida japonesa?
Dra. Helles: amo!
Eu: almoça comigo?
Dra. Helles: às 12:30h!
Eu: olá, tudo bem? Feliz ano novo doutora, que neste ano...
Dra. Helles: não, não vou atender uma pessoa que se deu alta, foi comprar cigarro e voltou numa segunda feira, junto com o final das minhas férias! Passar bem!
Eu: odeio sua falta de profissionalismo!
Dra. Helles: que ótimo... entããão, passar bem!
Eu: gosta de comida japonesa?
Dra. Helles: amo!
Eu: almoça comigo?
Dra. Helles: às 12:30h!
13 de janeiro de 2012
Felicidade verdadeira!
Hoje, uma amiga me enviou um e-mail falando de problemas no seu relacionamento.
Que esta em duvida, que ainda ama, mas que são muito diferentes.
Eu respondi e depois que terminei de escrever achei tão bonito e sincero que resolvi colocar aqui no blog. Taí:
No amor, agir com racionalidade é um crime que cometemos contra nós mesmo.
O tempo faz com que fiquemos mais exigentes com as pessoas.
Que bom, mas as vezes, é preciso deixar de lado certos argumentos de felicidade para viver uma felicidade verdadeira.
A felicidade verdadeira é bem diferente da que a gente ouve falar.
A felicidade verdadeira é aquela que existe mesmo com todos os obstáculos.
Achar que a pessoa certa, que vai corresponder com o que desejamos,
que nos entenda, que olhe para a mesma direção que a gente é uma besteira!
Mesmo por que lá no fundo, tanto eu quanto você, somos bem diferentes de todo resto...
Nós (e eu sei bem disso) somos exigentes, possessivas, ciumentas, brigonas, mandonas...
E mesmo assim as pessoas se apaixonam por nós... (é mentira?)
Eu não vou mudar... podemos melhorar (e você melhorou bem...)
mas a sua essência é que fez outra pessoa te amar...
Se há amor dentro de você, como diz, por que há dúvidas?
Acredite, a vida é agora, é real...
Viva ela... e saiba que mesmo estando com esse alguém agora,
com seus defeitos e qualidade, se for pra ser outra pessoa,
uma hora ou outra essa pessoa aparece!
Seja pra você ou pra ela.
Apenas sejam felizes... e vivam isso...
Mesmo com todos os ventos soprando ao contrário...
Afinal, deve ser uma chatice danada ficar num barquinho,
içando velas que fazem trajetos sem nenhuma aventura real...
numa felicidade abstrata,
correspondendo com expectativas ilusórias,
as quais vivem a maioria das pessoas...
É bom desejar brisas, mas uma ventania de vez em quando
é o que dá sentido a vida!
Machado de Assis arrasou quando disse:
“Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!”
Lembrei dessa animação... e lógico... da Edith deliciosa...
Que esta em duvida, que ainda ama, mas que são muito diferentes.
Eu respondi e depois que terminei de escrever achei tão bonito e sincero que resolvi colocar aqui no blog. Taí:
No amor, agir com racionalidade é um crime que cometemos contra nós mesmo.
O tempo faz com que fiquemos mais exigentes com as pessoas.
Que bom, mas as vezes, é preciso deixar de lado certos argumentos de felicidade para viver uma felicidade verdadeira.
A felicidade verdadeira é bem diferente da que a gente ouve falar.
A felicidade verdadeira é aquela que existe mesmo com todos os obstáculos.
Achar que a pessoa certa, que vai corresponder com o que desejamos,
que nos entenda, que olhe para a mesma direção que a gente é uma besteira!
Mesmo por que lá no fundo, tanto eu quanto você, somos bem diferentes de todo resto...
Nós (e eu sei bem disso) somos exigentes, possessivas, ciumentas, brigonas, mandonas...
E mesmo assim as pessoas se apaixonam por nós... (é mentira?)
Eu não vou mudar... podemos melhorar (e você melhorou bem...)
mas a sua essência é que fez outra pessoa te amar...
Se há amor dentro de você, como diz, por que há dúvidas?
Acredite, a vida é agora, é real...
Viva ela... e saiba que mesmo estando com esse alguém agora,
com seus defeitos e qualidade, se for pra ser outra pessoa,
uma hora ou outra essa pessoa aparece!
Seja pra você ou pra ela.
Apenas sejam felizes... e vivam isso...
Mesmo com todos os ventos soprando ao contrário...
Afinal, deve ser uma chatice danada ficar num barquinho,
içando velas que fazem trajetos sem nenhuma aventura real...
numa felicidade abstrata,
correspondendo com expectativas ilusórias,
as quais vivem a maioria das pessoas...
É bom desejar brisas, mas uma ventania de vez em quando
é o que dá sentido a vida!
Machado de Assis arrasou quando disse:
“Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!”
Lembrei dessa animação... e lógico... da Edith deliciosa...
11 de janeiro de 2012
10 de janeiro de 2012
Incêndios. Um dos melhores que assisti na minha vida.
É
por filmes iguais a este, que meu amor pelo cinema se torna cada vez mais
profundo e verdadeiro. Gosto dos filmes ruins também, daqueles que você olha a
capa e nem se lembra, dos enlatados comerciais, eu assisto tudo sempre com o
mesmo entusiasmo. Mas quando assisto a um filme como “Incêndios”, eu entendo
por que admiro tanto a sétima arte. Não há nada que me fascine tanto do que um
filme com final surpreendente.
É o
tipo de filme, que por mais que eu o analise, levando em consideração toda
politica e religião refletidas no enredo, não consigo externar palavras para
dissertar sobre ele. Apenas, finalizo este texto me questionando! Afinal, o
quanto conhecemos alguém realmente? O quanto eles nos conhecem? O quanto nós nos
conhecemos? O que somos ou desejamos? Até quando um passado pode comprometer
nosso presente? Quem são estas pessoas que nos cercam? Qual a história
verdadeira de cada uma? E a nossa história?
Acreditar
no que vemos apenas, facilita, mas nos engana com uma brutalidade quase sutil!
Ainda bem que “quase”.
As
vezes é preciso incendiar, queimar. Só assim, entendemos com clareza por que
mergulhar em águas frescas pode ser tão perfeito. Depois de arder é que
valorizamos a água, afinal.
Um
mais um é um!
6 de janeiro de 2012
O menino do coração gigante
Meu pai certa vez disse “eu
amo tanto o Pablo, que às vezes tenho que ficar um pouco longe dele, por que
parece que vai aumentando e eu tenho medo; medo de amá-lo tanto e de não
suportar se alguma coisa acontecer com ele”.
Fotos:



O Neto era o único filho
homem da casa. Quando ele se foi, aos seis anos, achei que meus pais jamais se
recuperariam (na verdade eles nunca esqueceram, pode passar todo tempo do
mundo, é como se fosse ontem pra eles). Ficamos, eu e minhas duas irmãs mais
novas; três filhas. Minha mãe, num gesto de amor incondicional ao meu pai,
reverteu a cirurgia que havia feito para não ter mais filhos e o Pablo – disse
o médico na época para meus pais – foi o primeiro brasileiro a nascer pós
recanalização tubária (religamento
das trompas). Havia 20% de chance de dar certo!
E então, veio o Pablo.
Parecia filho de japonês. Branquinho que só vendo e de olhinhos puxados. Um
bebe “quase feio” se não fosse tão desejado!
Virou uma festa. Pra mim,
era só o irmão caçula pra me torrar a paciência. Para minhas irmãs mais novas,
um brinquedo que falava e corria pela casa. Para minha mãe, uma alegria
interminável (até hoje, saibam). Para o meu pai, união de ciência e Deus (ele
sempre diz isso quando fala do Pablo). Para a Loly, o bicho papão com arminhas.
O menino do coração gigante
foi crescendo. Foi ganhando espaço cada vez maior dentro da gente. Uniu os
outros filhos que meu pai teve. Graças ao Pablo eu fiquei anos sem dormir aos
sábados, pois ele e mais dez amigos se reuniam aqui na porta de casa pra
consertar e deixar motos mais barulhentas que o carro do Batman.
O Pablo também uniu meus
pais após a separação. Ele briga com os dois até hoje defendo um do outro e
vice versa. Para os vizinhos o Pablo é a tempestade, o El Niño da rua. A
vizinha reclama do barulho que os amigos dele faz na porta de casa, mas sempre
termina dizendo pra minha mãe “mas Rose, o Pablo é um amor, a gente pode xingar
ele, reclamar, mas ele nunca levanta a voz, apenas diz que temos razão e pede
desculpa”. Na escola, foi suspenso por bater num aluno que não respeitava a
professora e quando foi chamado para conversar disse assim para a diretora
“olha só, minha mãe tem problema de coração, se vocês ligarem lá e acontecer
alguma coisa com ela, eu boto fogo na escola”. Então, deixaram ele explicar pra
ela antes e a diretora confirmou toda história. Para Loly ele ainda continua
sendo o bicho papão (mas ela é tipo aquelas mulheres de malandro, ele acaba com
ela, mesmo velhinha, e ela ainda é apaixonada por ele).
Cada pessoa enxerga o Pablo
de um jeito. Eu enxergo de todos os jeitos. Quando ele disse que ia comprar um
Gol 94 quadrado, sem bancos, com a lataria toda destruída, eu briguei com ele. Eu
disse “toma juízo moleque, isso é loucura, você vai gastar muito pra deixar ele
do jeito que você quer”. Ele respondeu “Jô, eu dou razão pra você, mas olha só,
eu tenho 20 anos, desde pequeno meu sonho era um gol preto quadrado, se eu não
realizar agora, vai ser quando? Daqui a pouco eu caso, tenho que me preocupar
com casa, filho. Essa é a hora que posso fazer a loucura que sempre sonhei”.
No final, o Gol ficou show. Fomos
dar uma volta um dia desses. “Dirige aí Jô”, ele brincou. Não é que foi uma
delicia? Dei 170 na estrada (meu KA não faz isso nem na descida). E ele
brincou: “e aí Jô, é uma loucura boa, né?”. Eu olhei com cara de brava e ele já
respondeu “mas eu não corro assim não, viu?”.
Pablo, parabéns pelo seu
aniversário!
Te amo muito.
Jô
Pra você, esta música:
Fotos:



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